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Visão Geológica do Corona Vírus

 

O QUE É O CORONA VIRUS.
DE ONDE ELE VEM?
COMO TRATÁ-LO.


INTRODUCÃO

Nos meses de março/abril surgiu no globo uma “nova doença” apelidada de “corona vírus” devido a semelhança formal entre o vírus e uma coroa real como observado aos microscópios dos cientistas chineses, segundo alguns, o lugar do seu primeiro aparecimento. O assunto tomou conta da imprensa falada, escrita, televisada e telefonizada. Esta última, uma espécie de denominador comum, básico, para os meios de comunicação “superiores”. Atualmente o telefone é a máquina centralizadora de todo o processo de difusão de novidades ao redor do globo. Ele é a base, o berço, fonte, apoio, origem e outros sinônimos de todas as novidades, sejam elas boas ou ruins.

O telefone não é o culpado. A culpa é de quem os manipula, os chamados repórteres que exercem a parte mais “dura” da profissão de jornalista: a busca de novidades e de notícias para criar nome ou fama. Um fato qualquer, simples que seja é apresentado de tal maneira que cause impacto na sociedade em que vivem, e se transformem em dramas, quando aparecem novidades de mistura com “fake news” projetando o nome do repórter. Exemplo do que queremos dizer é o aparecimento do surto que ficou conhecido como “corona vírus”. Pouco importa o maior ou menor conhecimento que o repórter e o publico tenha do assunto. Vale o entusiasmo como ele se refere ao mesmo, seja o atropelamento de um transeunte, uma briga de rua ou a ocorrência de uma doença desconhecida como no caso presente. Queremos dizer que, há um problema grave e desconhecido sendo tratado por pessoas sem o necessário gabarito para fazê-lo. É mais fácil infundir o pânico que traz a fama e consagração.


O QUE É O VIRUS

O aparecimento da doença no planeta, é um fato comum e muito frequente e, é em si mesmo a resposta a uma das perguntas transcendentais [1] exclusivamente, para o gênero humano.

Este vírus, e qualquer um outro do passado (chicungunha, vaca louca etc.) constitui uma das etapas do aparecimento do fenômeno da vida sobre o planeta. É o mecanismo que origina a vida no planeta, um tema pesquisado por cientistas famosos e, ate passado recente, sem resposta, isto é, sem solução.

Todas os objetos de origem orgânica [2] existentes sobre a Terra, absolutamente todos, são o resultado do mesmo fenômeno chamado generalizadamente de sedimentação da atmosfera. Animais e florestas tem a mesma origem, apenas que os humanos desconhecem o processo genético do fenômeno e, em virtude desse desconhecimento, adubado pelo fenômeno comentado no primeiro período deste trabalho (propagação da notícia pelos repórteres), aparece o medo de que isso cause uma hecatombe que venha a provocar o desaparecimento da própria humanidade.


A SEDIMENTAÇÃO DA ATMOSFERA

A sedimentação é o fenômeno importante e básico para se compreender o aspecto atual da paisagem terrestre.

A sedimentação da atmosfera resulta da propriedade que tem alguns elementos da natureza frente a energia do Sol, de se unirem em cadeias infinitas. Ao fenômeno dá-se o nome de catenação e entre os elementos que se distinguem no processo conta-se o carbono.

Antes de se unirem os átomos de carbono e hidrogênio são dois elementos da natureza. Depois que se unem (fenômeno da fotossíntese), já portadores da energia do Sol (função clorofiliana), conservam na sua estrutura a energia que os uniu e passam a categoria de seres vivos com capacidade de se alimentar, crescer e se reproduzir. Essa é a origem da vida, quando, ao fim, aparecem, primeiro os vegetais e posteriormente os animais dentro do processo contínuo/evolutivo que chegou ate os dias de hoje sem interrupção.

As novas cargas de fórmulas químicas, chamadas atualmente de vírus, micróbios, miasmas e outros nomes, são as novas formas de vida originadas na fotossíntese que, não tendo como se alimentar (não realizam fotossíntese) procuram alimento parasitando animais e vegetais anteriormente sedimentados quando são chamados de doenças, viroses, pragas inclusive vírus corona etc.

O fenômeno é constante e permanente segundo uma condição: a existência do gás carbônico original no início do processo.

Essas fórmulas químicas descem da atmosfera para a litosfera devido ao peso da sua massa segundo a gravidade, caem aleatoriamente sobre qualquer área ou objetos preexistentes no globo terrestre. Em linguagem geológica diz-se que tal doença se deve a sedimentação da atmosfera e que ela, a sedimentação, é inevitável e constante, surgindo dai entre a humanidade, as diversas doenças, e uma miríade de outros males vulgarmente  chamados de “panos brancos”, “panos pretos”, manchas da pele em geral, verrugas, canceres de pele, lepra ou hanseníase e outras conhecidas das áreas medicas que cuidam disso especificamente (zica, dengue, gripe H1N1, febre amarela, impaludismo, maleita, terçã maligna, quartã, peste bubônica, gripe espanhola, varíola etc.)

Muitas dessas pragas em passado longínquo ficaram desconhecidas pela falta de registro. Não havia imprensa e nem pensar em telefones e repórteres. Algum ataque viral ficou na história pelo número de vítimas que causou. Não havia remédios, farmácias e mesmo pesquisadores. Tais exemplos mostram também que as doenças ou os surtos são inevitáveis e imprevisíveis, desde que os reagentes são componentes da atmosfera do globo e a energia necessária para a catenação é a infinita função solar.

A espécie humana, a mais preocupada, nada pode fazer contra a sedimentação da atmosfera. Elas são invisíveis e só se manifestam depois de instaladas.  O que deve ser feito depois da ocorrência de casos das doenças, é procurar nos laboratórios, por vacinas que neutralizem os efeitos viróticos que são, naturalmente, novas fórmulas químicas, muitas vezes achadas nos laboratórios dos pesquisadores terrestres.


POPULARIZANDO A COMPREENSÃO DO FENÔMENO

Um fenômeno semelhante aos surtos viróticos, que ajudam a compreensão dele (por serem visíveis) são as chuvas, outro fenômeno dependente da insolação. A chuva é constante sobre a superfície da Terra, mas, não cai no mesmo lugar. Ela molha diversas áreas do globo ao mesmo tempo e quem estiver debaixo de uma dessas nuvens, certamente vai se molhar. Da mesma maneira, as sedimentações atmosféricas caem em lugares erráticos e em alguns deles, passa desapercebido porque não contaminam animais e vegetais e desaparecem como apareceram, anonimamente. Em outras ocasiões, como agora, caem sobre alguns lugares populosos como Wuhan na China, Milão e Bergamo na Itália. Em seguida se espalham horizontalmente devido à atual facilidade dos meios de transportes e a maior população global existente. De outro lado os índices cada vez menores de gás carbônico na atmosfera (atualmente ao redor de 0,03%), diminuem consideravelmente a possibilidade de sedimentações mais pesadas e perigosas, diminuindo consideravelmente o risco de novas viroses.


PROVIDENCIAS CONTRA A SEDIMENTAÇÃO

Não há nenhuma providência que possa ser tomada contra o ataque dos micróbios. Por isso também não se pode tomar providencias contra algo que ainda não apareceu. Segundo o mecanismo das sedimentações atmosféricas descritas acima, não há meios de evitar a mesma. As pessoas contaminadas ou afetadas pelo fenômeno só apresentam sintomas depois do vírus estar instalado na fase de crescimento quando o portador dele sente os sintomas de febre e outras alterações e a doença passa a fase do espalhamento horizontal. Tal paciente deve ser retirado da circulação e tratado convenientemente por médicos especializados.

Recomendações de “ficar em casa” é uma maneira amadora de facilitar o espalhamento da doença pois a contaminação acontece mais eficientemente entre familiares. Qualquer pessoa contaminada é um transmissor e o vírus desconhece laços familiares.

Ter em mente que a virose quando chega a superfície do globo se apresenta em forma de gás mais denso que os outros componentes do ar atmosférico (nitrogênio, oxigênio, gas carbônico e gás de água). Usar máscaras de tecido para evitar um gás, é o mesmo que “tapar o Sol com uma peneira” como se diz popularmente. Gasta-se muito dinheiros com uma providência inadequada e tola.

Guardar distancias (2, 3 ou 5 metros segundo palpites) entre pessoas é outra providencia ingênua. O vírus vem misturados aos gases naturais da atmosfera e por isso não há como detê-los guardando distancias maiores ou menores entre portadores.

O alarme contra qualquer vírus deve ser dado imediatamente após o aparecimento da sua primeira vítima o que não foi feito no caso atual do corona. Que se saiba, no atual surto virótico foi feito exatamente ao contrário: seu aparecimento foi acobertado por autoridades sanitárias na origem do acontecimento, ato que pode ser chamado de criminoso.


PREVISÃO

A sedimentação da atmosfera é um fato geológico constante, irrecorrível, imprevisível e novos surtos vão acontecer contaminando vegetais e animais, inclusive os humanos. Os que aparecerem deverão ser identificados para serem estudados com finalidade de criar vacinas antibióticas especificas. As vítimas deverão ser isoladas e tratadas convenientemente.

Geólogo Anderson Caio

Em Salvador, BA, abril/2020

 

[1] As perguntas transcendentais são: “De onde viemos? quem nos colocou aqui? Para onde iremos depois da morte?

[2] Os objetos existentes na Terra são de duas origens: origem mineral, a quase totalidade (99,99%) e origem orgânica (0,01%).

 

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A Tragédia de Brumadinho vista de outro ângulo.

Geologicamente falando, as providencias das autoridades responsáveis pelo assunto estão mal aconselhados e na contramão do que deve ser feito.

Precisamos ter em mente que o importante do panorama da tragédia não são os habitantes e comerciantes da região. O importante é a mina e seus produtos. É a mina que gera empregos, negócios em todos os níveis e desenvolve a região. Em torno dela é que gravitam os outros negócios. Não se pode “matar” a mina pois, quem perde é o Brasil inteiro.


O que faltou em Brumadinho e em toda parte onde se repete a paisagem exploratória, seja de minérios ou de petróleo, é um planejamento adequado a ser feito de acordo com a natureza e não com sentimentos humanos, de modo geral baseados em lendas e tradições de origens religiosas que se traduzem em ignorância.


Nada do que aconteceu teria acontecido se os responsáveis pelo desenvolvimento do trabalho minerário soubessem de um detalhe geológico simples, mas importantíssimo: tudo o que se faz ou se produz sobre os continentes, cedo ou tarde, vai para dentro do mar, exatamente através das águas dos rios. Isto quer dizer que NÃO se pode parar um rio em qualquer parte dos continentes em todo o globo terrestre. Ele tem de chegar ao mar.


A indústria mineraria que se prática na área em evidência (Brumadinho), requer o uso da água e essa água, suja ou limpa, tem de chegar ao mar. A solução do problema é NÃO BARRAR A ÁGUA DA LAVAGEM DA MINERAÇÃO! Deixa-la seguir seu caminho para o mar pela via da drenagem natural ate se depositar no mar. Se for feita a barragem da água, ela chegara ao mar, da mesma maneira, apenas que pela via do desastre que ocorreu. Quantas barragens houverem na região das minerações, tantos desastres irão acontecer.


Estamos tratando de um problema geológico sem saber Geologia. A solução dada por ambientalistas e ecologistas como se intitulam pessoas que cuidam do mesmo assunto, sem conhecer processos de sedimentação, gera desastres como em Mariana e Brumadinho.


O importante do problema é que as companhias que beneficiam o minério não podem ser penalizadas porque algumas pessoas se sentem mal diante do que ela faz. Ela, a companhia, é que gera empregos, movimenta a economia, expande o progresso, moderniza a vida social da região e principalmente, paga impostos ao governo para melhorar a educação, e o status social da nação. Não há nenhum prejuízo social ou ambiental se o assunto for gerido por geólogos e não por amadores.


Finalmente, esta ideia (drenagem lenta) deve ser aplicada às outras barragens existentes nesta e em outras regiões, para evitar novas cenas lamentáveis, apenas porque se desconhecem os processos da natureza.

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Aquecimento Global

Para um geólogo que conheça a evolução e desenvolvimento do globo terrestre ao longo da sua história fica estranho o assunto em pauta. Não há nenhum aquecimento global ocorrendo ou por ocorrer. Há, isso sim, desconhecimento do assunto, o que não é nenhuma novidade. As pessoas que disso cuidam, nota-se, não tem intimidade, mínima que seja, sobre o globo e seu funcionamento.

O assunto do “aquecimento global” apareceu na literatura cientifica a partir de “sentimentos” individuais relativas a ambientes restrito, onde, de fato, as temperaturas variam como é notório a qualquer tempo que possam as temperaturas serem medidas. O que não há é “aquecimento global”.

Não há aquecimento global, mínimo que seja, por motivo singelo: não existe mecanismo para materialização do fenômeno. A fonte de aquecimento da Terra é o Sol e nada indica que ele esteja brilhando mais do que sempre brilhou.

Dissemos acima, a fonte de aquecimento do globo terrestre é o Sol. A temperatura da superfície do planeta varia (mas não aumenta!), em função dos seguintes fatores inerentes ao próprio globo, conhecidos por qualquer estudante de Geologia: 

  1. Os dois principais movimentos do globo no espaço;
  2. A inclinação do eixo de rotação do planeta;
  3. A curvatura da esfera do globo;
  4. A geografia da superfície da Terra.

Nenhum desses fatores pode ser modificado de maneira a aumentar ou diminuir o aquecimento do planeta. Principalmente pela interferência humana que é um fator meramente religioso.

CONSEQUÊNCIAS

O Brasil está quase em guerra com outros povos do mundo por ser culpado do inexistente aquecimento global da Terra e e do desmatamento da Amazônia, e tais crendices, se refletem na economia, particularmente a brasileira. Veja estas figuraspara entender o que é aquecimento e porque a temperatura da Terra varia.

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Petróleo X Ecologia

As discussões sobre o aproveitamento do petróleo como fonte de energia são antigas, e em virtude do desconhecimento do assunto é natural que surjam especulações. Alguns o dizem poluente e a maioria teme pelo seu desaparecimento da face da Terra.

Podemos datar o ano de 1859 como o inicio da era do petróleo, quando foi furado o poço do Cel. Drake em Titusville, nos Estados Unidos. De lá pra cá, 160 anos atrás, o petróleo se tornou um produto indispensável para a humanidade.

Todos, absolutamente todos os humanos, inclusive os que o combatem, precisam de petróleo direta e indiretamente. Depende-se dele mesmo quando estamos dormindo, e muito mais quando estamos acordados.

Antes, mas principalmente depois da II Guerra mundial (1939/45), o desenvolvimento do mundo moderno é um fruto direto do petróleo. Entretanto, à medida que nos acostumamos com ele, e todos os seus derivados, no nosso dia a dia, a importância do petróleo banalizou-se a tal ponto que as pessoas que o usam não percebem o elo que as liga.


Admiramos os carros expostos em famosos salões de automóveis, ficando impressionados com a sua arquitetura, conforto, beleza e a velocidade que eles podem alcançar; sem lembrar que esses carros só se movem se houver combustível no seu tanque. A segurança e o conforto dos transportes aéreos ou os luxuosos transatlânticos de turismo ficariam parados sem a queima de muito petróleo, sem falar no desastre que seria a falta de petróleo para a ação dos grandes exércitos ou armadas nos campos de batalha. Evidente, que o desprezo pelo petróleo é atitude de pessoas despreparadas ou desconhecedores do assunto.

Há necessidade de saber, que o petróleo é o combustível da humanidade por afinidade de origem, e disso não podemos escapar. É problema genético. Entre nós e o petróleo a diferença é de status. Os animais, inclusive o homem, e vegetais de hoje são o petróleo do futuro, e o petróleo que usamos no momento são animais e as plantas do passado. Todos, animais e vegetais, são a energia do Sol em forma tridimensional, sólida, via fotossíntese enquanto o petróleo é o mundo orgânico o qual se transformou em lixo e foi levado às bacias de sedimentação e lá transformado em fluido.

 Os seres que ainda estão na superfície do globo usam exatamente a mesma energia da qual são formados e por isso não podem escapar de usar o petróleo como combustível. De fato, toda a indústria e o lazer dos humanos giram ao redor do petróleo. Não é possível, apenas pelo desconhecimento do assunto adotar atitudes tolas e tangentes à loucura, quando se quer evitar uma tolice como é o chamado “efeito estufa”, uma crença de ambientalistas. Não se pode exigir que os homens públicos sejam cultos até ao ponto de saber o que é o petróleo e qual a sua relação com o meio ambiente. Entretanto, agora chegamos ao ponto da paranoia ambiental, querendo uma regressão ao tempo da idade média, quando não existia nada do que conhecemos hoje. Não há qualquer possibilidade de volta ao passado do ponto aonde chegamos a despeito do peso de qualquer campanha que se faça naquela direção.

 O mundo se divide em duas partes sociais: o mundo dos ricos, em menor número; e o mundo dos pobres, o da maioria. Afirmamos nós, que esta divisão se dá como consequência do uso do petróleo. Os que usam grandes quantidades de petróleo em suas refinarias e parques industriais são chamados de “industrializados” ou ricos. Os que usam pouco petróleo, mesmo sendo da OPEP, são os chamados subdesenvolvidos ou pobres. Os países industrializados são os povos que frequentam os salões de Davos. Os subdesenvolvidos se reúnem em outras cidades para protestar contra os líderes do mundo. Aqueles querem mais desenvolvimento, quer dizer, mais segurança, conforto e lazer. Os outros querem permanecer na natureza primitiva. São as duas vertentes do momento que retratam perfeitamente o que vai pelo mundo em função de um boato ou crença: “o petróleo é nocivo ao meio ambiente”.

Há muito tempo, a riqueza era representada pela vastidão das terras sob domínio de um senhor ou de uma nação. Em seguida vieram os donos das minas de ouro, prata etc. Atualmente é rico quem usa ou domina o petróleo. Mas ninguém carregava ouro no passado, e nem pode carregar petróleo na presente era. A maneira prática de manusear a riqueza foi inventar o dinheiro. Atualmente o dinheiro corre na mão dos povos que têm petróleo.

É fato notório, que os Estados Unidos são um país rico bem como a União Europeia. Os povos subdesenvolvidos ou pobres vivem tentando migrar para essas regiões. Atualmente testemunhamos o que se passa com os povos africanos relativo à Europa. Todos são atraídos pelas possibilidades de trabalho, educação, etc. Qual o segredo dos americanos? É o mesmo segredo dos europeus de um modo geral, sejam alemães, franceses, italianos, ingleses, noruegueses etc. Eles usam muito petróleo na sua vida diária, e a riqueza surge como consequência. A riqueza é o petróleo para lá canalizado e transformado em dinheiro distribuído entre a população na forma de emprego e renda. A comparação é pertinente com o exemplo dos automóveis mencionado anteriormente. Sem o combustível no seu tanque, não se moverá do lugar. Países desenvolvidos não o seriam sem petróleo. Em outras palavras, sem petróleo não existe desenvolvimento. Vamos guardar este ponto e estudar outro.

Segundo as tradições bíblicas o homem foi amaldiçoado por ter comido o fruto proibido e entre outros castigos veio o versículo:

“…do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que retornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó e ao pó tornarás.” (Bíblia Sagrada. Gênesis cap.3 v.19 ).

O relato acima é exemplo do caminho percorrido pela ciência. A criação do homem e dos outros animais foi feita por uma criatura superior a eles, segundo a ciência praticada naquele tempo, aproximadamente 14 mil anos atrás. Era a ciência daquele tempo, exercida pelos sábios daquele tempo. Foi uma verdade ao seu tempo, hoje não é mais. Equivale ao geocentrismo, antes de Copérnico.


Deste modo, podemos afirmar, que o trecho bíblico “…és pó e ao pó retornarás…” é uma crença antiga. O homem como os outros animais e os vegetais, é o gás carbônico da atmosfera transformado pela força do Sol, como ilustra o Ciclo da Energia na Terra. Quando morre volta à condição original, isto é, volta à condição de hidrocarbonetos, ou mais precisamente, volta à condição de petróleo.

A ideia de que somos pó e o desconhecimento do detalhe sobre a origem do homem encoraja os desconhecedores de assuntos geológicos a proclamarem que o CO2 é um gás poluidor, e a promoverem congressos mundiais para condenarem o gás, carbônico, “o gás da vida”, como intitulado neste trabalho.

Vamos alargar o nosso raciocínio insistindo em um ponto fundamental: todos os fenômenos físicos, químicos ou biológicos têm uma explicação somente, e todos são ligados pela sua gênese. Elucidemos: os homens, os animais, os vegetais, as chuvas, os tremores de terra, o desenvolvimento da civilização com suas máquinas formidáveis, a existência do petróleo e seus usos, o giro da Terra, as estações do ano, os dias e as noites têm uma só origem, uma só explicação, a qual preside todos os movimentos mencionados anteriormente: a força da gravidade. Só há um caminho para chegar a esta conclusão: o estudo ordenado dos fenômenos, que frequentemente chamamos de estudo estratigráfico.

Unindo agora os dois assuntos anteriores, aparentemente desconexos:
Vimos duas vertentes do pensamento sobre a origem do homem e da sua natureza. A vertente religiosa, seguida pela maioria da população, representada pelos seguidores do “combate” ao gás carbônico, e a vertente de poucos geólogos que têm posição oposta.

Qualquer análise, que seja feita sobre a composição do ar atmosférico indica quanto o nitrogênio é abundante: 78% do volume de qualquer amostra e não é importante para as nossas necessidades. Enquanto o oxigênio representa 21% no volume das amostras. Do restante, 1%, apenas 0,032% é de gás carbônico, “o poluidor”, uma espécie de “gás bandido” para os radicais. Neste ponto aparece o segundo questionamento, também científico.

Os cientistas religiosos afirmam que o gás carbônico está aumentando de volume em virtude da queima do petróleo nos motores de automóveis, fábricas e usinas de força, com isso contribuindo para aumentar o índice do “gás do efeito estufa” e piorando as condições atmosféricas. Este raciocínio move a campanha dos cientistas religiosos e por fim, provoca as COPES.

Tudo isso é completamente contrário sobre o que diz o estudo estratigráfico do planeta. O gás carbônico, atualmente em quantidade mínima na atmosfera NÃO ESTÁ crescendo em volume, mas sim diminuindo cada vez mais, tendendo a zero no final do processo. Por que tende a zero? Porque o gás carbônico é a matéria-prima do processo vital, é a matéria-prima da vida e sua continuidade no planeta pelo fenômeno da fotossíntese. Enfatizemos o processo: há, em pleno funcionamento o Ciclo da Energia, que se inicia com a fotossíntese, o processo fixador da energia, e termina com a liberação dos componentes da materialização da energia, CO2 e água.

Completando o raciocínio: o “efeito estufa” é uma ideia de cientistas religiosos, que entendem a natureza segundo princípios bíblicos. A geologia é uma ciência cujos princípios são baseados na matéria encerrada no globo. É uma ciência materialista.

Não há aumento de teor do gás carbônico na atmosfera! Ao contrário, o seu stock está chegando ao fim, como ilustrado na curva da fotossíntese, e no fenômeno da desertificação do planeta. Tal processo, da desertificação, é a evidencia de que o gás carbônico está em estoque decrescente. Já começou há muito tempo a falta de alimento para os vegetais.

Quase todo o volume de gás carbônico existente ao início da história geológica está estocado na subsuperfície do planeta na forma de petróleo.
No início, as florestas cobriram o globo inteiro de vegetais, quando a cor verde dominou a paisagem e, a determinado ponto do processo, quando a atmosfera estava bastante oxigenada, surgiram os animais. Neste ponto, devido à grande quantidade de animais e vegetais consumidores de gás carbônico na forma de matéria orgânica tem início o processo da desertificação do globo até o ponto atual. Com mais clareza, os desertos são a consequência direta da falta do único alimento para os vegetais, o gás carbônico, em processo irreversível. A tendência é a expansão dos desertos e retração das áreas verdes do globo até o limite final.

A paisagem final é um planeta a girar em sua órbita, desértico, com paisagem marciana, sem qualquer sinal de vida tanto na terra como nas águas e no ar, com os reservatórios da subsuperfície abarrotados de petróleo. Cessa o processo fotossintético. A atmosfera do planeta se resume a 100% de nitrogênio colado na superfície do globo e a estratosfera formada de puro oxigênio.

Quanto tempo levará para chegar ao estágio descrito acima é imprevisível porque, no presente, há uma compensação dada exatamente pelos países atualmente considerados “inimigos da humanidade”, os quais queimam muito petróleo para sustentar o status de país desenvolvido.

Vejamos duas notícias atuais, de 22-02-2016, publicadas em um importante jornal brasileiro para demonstrar nossa tese:

http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,elevacao-dos-oceanos-no-seculo-20-foi-a-maior-em-3-mil-anos–diz-estudo,1835383
http://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,queimar-todo-combustivel-fossil-disponivel-elevaria-nivel-do-mar-em-60-metros,1760824

Depreendem-se da leitura das notícias, que seus autores são cientistas bem intencionados, mas têm mais interesse em alertar seus leitores contra o uso do petróleo como combustível do que informar objetivamente fatos da natureza da Terra.Quem conhece a ciência geológica sabe que:

  1. O aquecimento global é uma teoria vaga criada por cientistas religiosos, sem base em fatos.
  2. Não se fazem medidas tanto do nível como do volume da água do mar, principalmente em centímetros. É uma impossibilidade geológica.
  3. Não se mede a temperatura do planeta. Estima-se seu grau de energia.
  4. Não há possibilidade de queimar todo o petróleo existente nos reservatórios da Terra.
  5. Não há qualquer possibilidade de um “efeito estufa” provocado pela quantidade de gás carbônico existente na atmosfera da Terra.
  6. O percentual de gás carbônico está diminuindo e não crescendo como pensam os ecologistas sem conhecimento da estratigrafia.
  7. O uso da matemática e seus diversos ramos como, por exemplo, a estatística, não tem qualquer aplicação em estudos geológicos, e quando aplicados causam sérios prejuízos.
  8. Não é o nível do mar que aumenta. Os continentes é que se movem. A costa brasileira está afundando, e a plataforma continental é prova disso. O volume de água no globo é FIXO.

Para compreender os fenômenos geológicos é indispensável o conhecimento da estratigrafia e da História da Terra, ao longo do tempo geológico.

CONCLUSÃO.

A situação da ciência atual não é nova no mundo da ciência. Copérnico (1473-1543), no episódio da troca da crença geocêntrica pela teoria heliocêntrica; Alfred Wegener (1880-1930) quando tentou, sem êxito, mostrar aos geofísicos do século passado que existiam os movimentos tangenciais na periferia do globo, ou Lavoisier (1743-1794) quando desmontou a teoria do flogisto, mostrando o papel do oxigênio no processo da combustão, são exemplos da atual situação. Seus contemporâneos supunham professar os conceitos vigentes em cada época como os mais corretos, e tiveram de se conformar que as diversas situações eram, de fato, equivocadas.

Não há nenhum aquecimento global fora do normal resultante da insolação na superfície do globo, especialmente, como se proclama, provocado pelas emissões de gás carbônico. Nem ao menos há gás carbônico bastante para satisfazer a população vegetal do planeta, quanto mais, e especialmente, para provocar o proclamado “efeito estufa”.

Não se pode pensar em um “reflorestamento” dos desertos por impossibilidade geológica, mas é possível diminuir a velocidade da desertificação do planeta aumentando o teor do gás carbônico na troposfera usando mais combustíveis fósseis, ao contrário da crença “ambientalista” tendente a diminuir o uso do petróleo. Os “ambientalistas”, sem saber o que é e como funciona o ambiente onde vivem prejudicam aquilo que querem cuidar. Jogam contra o ambiente. Uma contradição e uma ironia!

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Petróleo para Políticos e Jornalistas.

Apesar de ser a substância mais usada no mundo atual, o petróleo foi e é um assunto misterioso, não só entre acadêmicos e cientistas, mas entre políticos e jornalistas.  

Depois que o petróleo sai do poço segue para as refinarias, a partir daí entra a engenharia petroquímica e os produtos industriais que serão usados por toda a humanidade. Mas o que é o petróleo? Como ele se forma e se acumula? O que governa a sua abundância ou raridade? Por que só rochas sedimentares podem acumular petróleo?

Conhecendo as respostas das perguntas acima os formadores de opinião (jornalistas) e fazedores de leis (políticos) dominarão o assunto e conseguirão transmiti-lo ao povo dentro da simplicidade da ciência conhecida.

O que vai se ler é uma condensação do resultado de pesquisa realizada nos arquivos técnicos da Petrobras, que é a história da exploração do petróleo dentro da própria empresa, e será contada com auxílio de links para a parte científica da pesquisa e ser consultada pelo leitor.

A pesquisa indica um novo caminho para a pesquisa do petróleo. Nesse estudo observou-se um erro de ordem científica nos relatórios paleontológicos. A Paleontologia era uma técnica destinada a ajudar os geólogos encarregados das perfurações nas pesquisas da subsuperfície da Bacia do Recôncavo para determinar a formação produtora dos hidrocarbonetos.

A pesquisa indicou que há erros que precisam ser corrigidos, do que resultarão novas ideias sobre a técnica de buscar-se os hidrocarbonetos. Essa nova forma de pesquisar e explorar o petróleo indica novos rumos para colocar o Brasil nos trilhos. É a contribuição da ciência geológica para a política e o desenvolvimento.

O petróleo é, sem dúvida, o assunto mais importante para ser discutido no Brasil do presente, pois nossos problemas sociais estão ligados a ele. Estamos em um ponto crucial da vida política do país e não podemos perder a oportunidade. Entretanto, o assunto nem ao menos começou a ser ventilado no novo governo. As pessoas da cena técnica não gostam dessa discussão, e os da cena política ainda não priorizaram o assunto. Diante desse quadro compete-nos provocar a discussão.

Seguir conceitos e definições de fontes tradicionais é permanecer com ideias defasadas, antiquadas e principalmente erradas sobre o assunto. Esses conceitos originaram-se entre os pioneiros do estudo do petróleo que, a princípio, se interessavam apenas pela obtenção do mesmo. Por ser o produto industrial mais usado no mundo moderno e devido a facilidade de encontrá-lo em qualquer latitude ou longitude, a busca da sua origem e ocorrência se tornaram pouco importantes diante do seu uso. 

Baseados em um boato do século passado (“o petróleo vai acabar”), os “donos” das grandes minas no Oriente Médio fundaram a OPEP em 1960, e em seguida elevaram artificialmente os preços do produto a alturas nunca vistas, ou seja, contrariando uma regra econômico /comercial conhecida de todos: a raridade ou a dificuldade de obter determinado  produto (qualquer um!) eleva o seu preço, enquanto a abundancia reduz seu preço. Quando se proclamou aquela “verdade” – o petróleo vai acabar – estávamos no meio do século passado, e o mundo já consumia aproximadamente 70 milhões de barris de petróleo por dia (bpd). Atualmente estamos consumindo algo parecido com 90/95 milhões de bpd, e o petróleo continua a fluir fácil e abundantemente das bacias tradicionais e novas bacias. 

O preço do produto é que está artificialmente elevado demais, apenas para beneficiar os supostos “donos” do mesmo. Os cálculos sobre as reservas de petróleo existentes no globo são meros palpites, pois sem conhecer a gênese do petróleo é impossível dizer ou fazer cálculos sobre as reservas da subsuperfície do planeta. No Brasil, as reservas ainda mal foram tocadas, seu potencial é incalculável. A nossa Estatal encarregada de pesquisar e produzir petróleo não tem número de sondas necessário para furar milhares (1000, 2000, …) de poços/dia (em torno de 50 dólares/bbl). 

O QUE É O PETRÓLEO 

Embora seja o produto mais usado entre os humanos, a maioria dos profissionais do petróleo não sabe o que é isso, ou seja não sabe o que é o petróleo. Uns dizem que é produto dos animais do passado, outros que ele nasce de folhelhos pretos, ou ainda os que imaginam que o petróleo se forma a partir do magma do interior do globo. A definição atual diz:

Petróleo é a energia do Sol armazenada em reservatórios geológicos na subsuperfície, como resultado da fotossíntese”. (leia aqui)

ABUNDÂNCIA OU RARIDADE DO PETRÓLEO

Outra novidade da pesquisa: não há meios nem modos de acabar com a quantidade de petróleo armazenada nas rochas da subsuperfície do globo, especialmente porque tal insumo se renova constantemente ao longo do tempo geológico, diferentemente do tempo humano, e por isso ele pode ser usado à vontade, com muitas vantagens para a humanidade, que serão vistas adiante. 

RELAÇÃO IDH/PETRÓLEO

Verifica-se por simples comparação que, quanto maior a quantidade de petróleo consumida por determinada população maior a sua classificação civilizatória (IDH). Em outras palavras, o grau de desenvolvimento de determinada população é diretamente proporcional a quantidade de petróleo consumida por ela. Ver tabela a seguir, construída com dados de órgãos oficiais a qual será estudada posteriormente.

RELAÇÃO PIB/PETRÓLEO


Ainda por comparação, também, fica evidente na mesma tabela, que quanto maior o uso do petróleo, maior e melhor é a classificação do produto interno bruto – o PIB. O PIB, neste caso é uma dependência da quantidade de ENERGIA consumida pelo país em estudo. Observação importante: não é a PRODUÇÃO DE PETRÓLEO que contribui para o desenvolvimento de um povo, É O CONSUMO!!!

Diante dessas evidencias, deste ponto em diante substituiremos o PIB (valor subjetivo, calculo complicado), e o IDH pelo Índice LHD – litros de petróleo/habitante/dia (valor objetivo) por uma razaosimples: é mais fácil de calcular, e os fatores que entram para o cálculo são objetivos. O Índice LHD É UMA FUNÇÃO DO MAIOR OU MENOR CONSUMO DE ENERGIA pelo povo sob estudo, isto é, maior o LHD (nosso índice) resulta maior PIB e correspondente maior IDH.

Por isso, deste ponto em diante usaremos apenas o índice LHD o qual é obtido pela divisão dos números da 4ª pela 5ª colunas obtendo-se a 6ª coluna que é o LHD procurado que corresponde aos outros dois índices (PIB e IDH).

A conclusão é uma novidade cientifica:


Para que se obtenha um valor de alto LHD (alto PIB ou IDH) ou de alto padrão de vida se faz necessário um alto consumo de combustível (petróleo), e para isso só existe um caminho: forçar um alto consumo de combustíveis baixando o preço dos mesmos. No Brasil o procedimento está no caminho oposto: aumenta-se o preço do combustível para reduzir o consumo, forçando para baixo a atividade econômica. Aqui se faz uma política de contenção do consumo via preços altos, para facilitar lucros para a estatal. Há que se baixar o preço dos combustíveis para provocar o seu uso e, consequentemente, que haja desenvolvimento do país pela criação de novas atividades econômicas de qualquer natureza, quando então se pode cobrar os impostos. A equipe econômica do governo não aplica a ideia porque a desconhece.

EXPORTAÇÃO DE PETRÓLEO                                                                                                                                                            fonte: Bp Eneergy Outlook 2035” BP Statistical Review of World Energy, 67 th Edition


Pretender se tornar um exportador de petróleo, nas atuais condições, é uma ilusão de leigos. Petróleo, para um país subdesenvolvido, NÃO É produto de exportação. É produto de consumo interno. Transforma-se a energia do petróleo em combustíveis baratos, trabalho para o povo, bens agrícolas ou industriais para exportação. Exportar energia em um país carente dela é crime de lesa-pátria, insensatez e ignorância. 


A FALÁCIA DO EFEITO ESTUFA E DO AQUECIMENTO GLOBAL


Os supostos “fenômenos” mencionados acima são frutos da imaginação de pessoas inteiramente desprovidas de qualquer conhecimento do funcionamento do globo terrestre, ou seja, de pessoas leigas em assuntos sobre a História Geológica e Estratigrafia. 


O resultado disso são as atuais reuniões das COP (Conferencia das Partes), nas quais arrecada-se dinheiro para promoção de reuniões infrutíferas, mas excelentes para promoções pessoais. Felizmente, começam a se desgastar com a saída do seu principal acionista, os EUA, e a ameaça da saída do Brasil.
O autor da “teoria do aquecimento global” e seus apoiadores não tem ideia mínima das características geológicas do globo, e expõem seus temores pessoais criando um panorama de pânico em governantes e na população. Além disso criam programas do tipo “créditos de carbono”, onde os mais ricos pagam altas taxas compensatórias pela produção de gás carbônico em seus parques industriais aos mais pobres, para que se mantenham na pobreza (país agrícola, sem queimar combustíveis). É atitude contraditória e amadorística relativa ao funcionamento do globo terrestre.

EXTINÇÃO DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

Os tópicos focalizados acima são de máxima importância política. Segundo eles, o atual Ministério do Meio Ambiente pode e deve ser extinto, pois impede e dificulta o desenvolvimento do país, apoiado em uma ideia vaga, geologicamente errada e extremamente prejudicial ao crescimento do país. Aqueles que são favoráveis ao desenvolvimento rápido, veloz (a maior parte do povo), precisam usar o máximo de combustível possível, tanto para incrementar o fator produção de bens e trabalho, como para preservar a vida na Terra, com maior produção de CO₂, evitando a desertificação da superfície do globo, desde que o percentual desse gás, hoje, na atmosfera é diminuto (+_ 0,03%). Se os políticos conhecerem a origem e o funcionamento da atmosfera certamente ficarão mais habilitados para argumentar a favor da ideia da extinção do Ministério do Meio Ambiente.

PIB, IDH e LHD

O PIB, o IDH e o LHD visto anteriormente são índices que se equivalem, mas apenas os dois primeiros são resultados obtidos em cálculos complicados, enquanto o LHD fornece a causa do subdesenvolvimento. Dizendo de outra maneira: o produto interno bruto e o índice de desenvolvimento humano são resultados dependentes ou resultantes do índice LHD (ver tabelas). O PIB e o IDH do Brasil são baixos ou fracos relativo aos outros países porque o LHD do Brasil é baixo ou fraco. Precisamos elevar o LHD do Brasil, e isso não pode ser feito nas atuais condições do estatismo. Estatismo em negócios de petróleo é sinônimo de corrupção, e os acontecimentos políticos recentes são provas irrefutáveis do que afirmamos. 

O programa estatal de produzir 4 milhões de bpd em 2030 é enganoso. Agora em 2018, com 210 milhões de habitantes, precisaríamos consumir 12 milhões de bpd para nos transformarmos em um país decente, e em 2030 estaremos com 230 milhões de habitantes (tendência do crescimento atual), precisando de inalcançáveis 15 milhões de bpd e provavelmente enfrentando uma guerra civil e em plena desordem econômica. 

A Petrobras foi indispensável em 1953 e décadas seguintes. Atualmente é um estorvo no caminho do progresso do Brasil. O povo do Brasil não sabe dessas coisas e apoia a Estatal brasileira, mas os jornalistas e políticos que estão no Congresso Nacional precisam saber delas para uma nova posição política/social, sobre o assunto.

ENERGIAS ALTERNATIVAS

É erro apelidá-las de alternativas. Não há alternativas para o petróleo. Os expedientes atuais, álcool de cana, azeite de dendê, usinas de vento etc., não têm capacidade de mover superpetroleiros, navios de guerra, supergraneleiros, nem o Antonov AN-225. Tais energias “alternativas” servem para pequenos negócios, iluminação de cidades balneárias, fazer funcionar parques infantis, aquecimento de água em condomínios e várias outras pequenas utilidades. Não se pode pensar em desenvolvimento de um país de 210 Milhões de habitantes com essas “energias alternativas”. As formas de energia alternativa são “curtos circuitos” no “Ciclo da Energia” geológico, o que significa pequenas doses da mesma energia do Sol, ainda em superfície, na forma de alimentos (cana, milho, soja, etc.)

Resumindo: para pequenos negócios: “energia alternativa” de superfície; para mover o Brasil (8,5 km2 e 210 milhões de habitantes): PETRÓLEO, petróleo e mais petróleo, a energia de subsuperfície. 

LIXO

O lixo das pessoas ou lixo doméstico é mais um problema, também dos geólogos e da Geologia. É um dos itens que compõe o Ciclo da Energia e tem de ser tratado como tal. 

A observação principal é que tudo o que está acima da linha da praia vira lixo e este lixo tem de ser devolvido para dentro do mar, ou colocado abaixo da linha da praia. Este comportamento foi, no passado, e é no presente uma Lei da natureza. A solução da popular “reciclagem” é fazer lixo duas vezes. O lixo reaproveitado volta a se transformar em lixo uma segunda vez.

Na superfície do globo só existem duas espécies de materiais, e ambos se transformam em lixo:

1. Lixo de origem mineral. Os resíduos das rochas originais formados pela atuação dos processos de sedimentação são levados pelas correntes fluviais até o mar, onde se depositam, formando as rochas sedimentares. 

2. Lixo de origem orgânica. Esse tipo de lixo se forma com os gases da atmosfera sob a energia do Sol, na forma de vegetais, após usados pelos humanos se transformam em montanhas de detritos para apodrecer à superfície nos conhecidos lixões.

Geologicamente, tudo o que se produz e se consome acima da linha das praias inexoravelmente passa para baixo da linha da praia e enterra-se no mar, como dissemos acima. A parte mineral transforma-se em rochas e a parte orgânica em petróleo.

Certamente não se pode jogar lixo de qualquer espécie nos arredores das cidades e ao nível do mar. Prejudicaria a indústria do turismo e provocaria o natural desprezo pela ideia.
Posto isso, qual a solução para o lixo das cidades?

A solução geológica é enterrar-se o lixo em poços especialmente construídos para isso nas rochas das formações costeiras, ainda em processo de sedimentação e ainda não consolidadas (plataforma continental).

Há que criar-se uma nova engenharia – engenharia de construção de poços para lixo orgânico – pois o lixo mineral, de qualquer natureza, deve ser descartado diretamente no fundo do mar, onde será incorporado aos fragmentos minerais preexistentes. 

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Energia de Petróleo: Turning Point para o Brasil

PROPOSTA DE SOLUÇÃO

As evidências de que o Brasil é um pais subdesenvolvido são muito fortes, e não precisam ser demonstradas. Entretanto, a voo de pássaro, vamos evidenciá-las, especialmente porque tal condição é a matéria que justifica o presente trabalho.

Em março de 2017 haviam 14,2 milhões de desempregados no Brasil, e este número vai continuar crescendo. A população carcerária do Brasil alcança a casa dos 700.000 presos. Sabemos também que a maioria dos alunos nas escolas brasileiras não sabe fazer conta e não entende o que lê. A corrupção virou um estigma, que envergonha a todos os que se pautam por ética mínima. Até o futebol, outrora orgulho dos brasileiros, se distingue agora como ninho de corruptos. Os principais políticos brasileiros estão presos como ladrões, e outro tanto espera apenas o dia do julgamento para entrar na prisão. Mata-se no Brasil com a naturalidade de dormir e acordar no outro dia. Entre 2011/15 foram assassinadas 279.000 pessoas, a época, número maior que os 256.000 mortos na guerra da Síria, numa frequência aterradora de um morto a cada 9 minutos. Entre o Massacre de Carandiru, em S. Paulo, em outubro/92, e Manaus em 2017, passando por Pedrinhas, no Maranhão, e Alcaçuz , no Rio Grande do Norte (26 mortos e decapitados), a diferença é apenas do números de mortes, pois a barbárie é a mesma.

Cada segmento citado acima (educação, esportes, jurídico, prisional, etc.), teoricamente pertence a um segmento político da sociedade, e cada um deles é tratado de maneira particular. Para cada grupo há uma solução e um ministério federal para tratá-lo, onde prolifera a burocracia, o empreguismo e soluções cheias de hipocrisia, que ficam esperando solução para as calendas gregas. Antes que se resolva o primeiro problema sob uma nova administração, aparecem mais dez ou vinte outros, e volta-se a discutir as providências a serem tomadas para continuar tudo como dantes.

Entretanto, o conjunto de problemas citado acima faz parte do status de país de subdesenvolvido que paira sobre o Brasil. E busca de solução para cada problema em separado provoca apenas mais subdesenvolvimento, criando um círculo vicioso.

Mas existe uma solução para o conjunto de todos os problemas, faltando apenas tomar-se conhecimento dela para serem tomadas providências cabíveis. É assunto político/social sensível, pois tem a ver com política de petróleo. E a pergunta que surge é natural: que relação existe entre a situação social do Brasil e a política do petróleo? Existe uma relação íntima, direta, entre as duas situações que é desconhecida do grande público, especialmente por parte do mundo político. Pode-se dizer que o modelo econômico vigente no Brasil, sob o ponto de vista geológico, é como um jogo de quebra-cabeças desmontado, no qual está faltando uma peça da base e, obviamente por isso, ele não pode ser montado. A peça que está faltando chama-se ENERGIA!! Não temos energia bastante para trabalhar e crescer. Guardemos esta informação.

Para que se mude o panorama social de qualquer povo, inclusive o brasileiro, é preciso adotar algumas providências básicas que necessariamente passam pelo conhecimento de princípios geológicos, naturalmente desconhecidos dos políticos do país.

Ora, os políticos não têm obrigação de conhecer problemas geológicos, enquanto os geólogos não têm interferência na política, criando-se o impasse.

Queremos nos referir especificamente à política energética vigente no Brasil. Aduzimos ainda que todo o conjunto sociológico descrito anteriormente, que caracteriza o subdesenvolvimento brasileiro, é dependente de um fator apenas: a falta de trabalho para o povo. A falta de trabalho gera, então, as cadeias cheias de malfeitores, analfabetismo, corrupção, incompetência, imoralidade entre os políticos, etc. Resta a pergunta: como arranjar trabalho para milhões de pessoas? A resposta é política, mas condicionada à técnica geológica, desconhecida por políticos. Continuemos a raciocinar.

Se o nosso problema social é trabalho para o povo, precisamos, antecipadamente, providenciar ENERGIA já que não há trabalho sem uso abundante de ENERGIA. Estamos destacando a palavra para acentuar a importância que ela tem no contexto do subdesenvolvimento. Sem energia não há trabalho, exatamente o caso do povo brasileiro.

O Brasil é representado não pelo limite de suas formas geográficas, mas pelo seu povo ou o número de habitantes que forma a sua população. São 210 milhões de habitantes. A máquina que não pode, nem poderá, trabalhar com a quantidade de combustível que tem agora (2 milhões de barris de petróleo por dia), ou que lhe está prometido pela estatal incumbida da missão (3 a 4 milhões de bpd em 2030). Ou seja, sem a energia necessária o Brasil não poderá trabalhar, e muito menos produzir mais do que o pouco que produz (PIB/capta = $ 8,670).

Quando falamos em energia estamos falando especificamente da energia de petróleo, e a estatal encarregada de prover a energia para o trabalho do povo brasileiro, a Petrobras. Ela não tem capacidade de fazê-lo e, à medida que a população aumenta, a incapacidade da empresa se torna mais e mais evidente.

Alardeia-se pelos meios de comunicação, uma autossuficiência que nunca foi alcançada. A título de propaganda exibem-se gráficos, onde a curva da produção de petróleo supera a curva do consumo, e tal fato nada tem a ver com autossuficiência. Autossuficiência nada tem a ver com produção/extração de petróleo. Neste ponto vale ressaltar o conceito de autossuficiência em petróleo como sendo: ” a quantidade de petróleo consumida por um país , de maneira que ele alcance e sustente um nível social compatível com os padrões internacionais de desenvolvimento”. 

A autossuficiência é um item que liga a potência de uma máquina qualquer diretamente ao seu consumo de combustível, e/ou a sua performance. No caso presente a máquina é o povo do Brasil, composto por 210 milhões de habitantes. O combustível é o petróleo, necessário para mover a sua capacidade de trabalho. Popularizando a ideia basta lembrar: um caminhão de 22 rodas não se moverá do lugar com um motor de automóvel de passeio; ou um Antonov 225 (cargueiro aéreo de origem russa) não poderá alçar voo sem a potência do conjunto de suas seis turbinas. A comparação é pertinente: as 210 milhões de pessoas que formam a população do Brasil não poderão trabalhar sem uma quantidade mínima de combustível.

Porém, o mínimo que o Brasil precisa é muito mais do que o máximo que a Petrobras pode fornecer. Na programação de seis pontos, elaborada pela sua equipe, a estatal espera fazer uma produção de 4 milhões de bpd até 2030. Provavelmente, até esta data, sem combustíveis, estaremos (se é que já não estamos) enfrentando uma guerra civil de efeitos irreversíveis.

De fato, o Brasil nunca foi e está muito longe de ser autossuficiente e, na verdade, ao contrário, está muito perto do caos social, exatamente por esta razão.

O fator que determina a quantidade de petróleo que o país precisa consumir, para manter o seu status social é a população do mesmo, e ela é variável sempre para mais. Ela só faz crescer. Em 2030, os 4 milhões de barris de petróleo programados pela companhia para abastecer o Brasil, serão apenas uma ilusão como parece ser o do programa, pois a população terá crescido inexoravelmente. A população do Brasil, em 2030, será de 265 milhões de habitantes, tomada com a taxa de crescimento de 2% ao ano, só que sem trabalho, analfabeta, altíssimo grau de delinquência e outros dados de miséria. Só a Petrobras continuará a ser um oásis, batendo sempre os seus próprios recordes para alegria e felicidade dos seus dirigentes.

QUE QUANTIDADE DE PETRÓLEO O BRASIL PRECISARIA CONSUMIR PARA MELHORAR A SITUAÇÃO SOCIAL?

Respondendo à pergunta: é uma quantidade muito maior do que o nosso atual consumo, a qual pode ser calculada pela fórmula:

LHD = consumo x 159/população

LHD é um índice estatístico que significa Litros de petróleo/Habitante/Dia, ou seja a quantidade de petróleo em litros que a população do pais em analise, deve consumir por dia, para viver bem ou ter alto IDH e alto PIB.

Nas tabelas, da 2ª à 5ª coluna são os elementos colhidos em fontes diversas para obter o LHD mostrado na 6ª coluna.
O estudo da tabela conduz a uma conclusão importantíssima sob o ponto de vista social: fica determinada a causa do subdesenvolvilmento e porque existem países ricos e países pobres e qual a razão dessa existência e como todos podem se transformar em países desenvolvidos.

O PIB e o IDH de qualquer país, são dependentes da quantidade de combustível consumido pelos seus habitantes.

Se quisermos, por exemplo, ter o status de desenvolvimento dos EUA, que tem características geológicas/geográficas semelhantes as do Brasil, usando a fórmula, determinamos que o consumo do Brasil deveria ser hoje 12.440.000 bpd. Em 2030 quando tivermos 265 milhões de habitantes, nosso consumo, segundo a mesma fórmula, subiria para 15.800.000 bpd, para comparar com o desenvolvimento dos EUA de hoje. A comparação com os EUA não é nenhum absurdo desde que tem características geológicas semelhantes às do Brasil.

Para maior clareza dizemos que: o quadro social do Brasil é o resultado do consumo de dois ou três milhões de bpd que nos fornece atualmente a Petrobras.

Obviamente, é um número muito diferente dos 4 milhões programados pela Petrobras em 2030. Produção de petróleo não é importante na determinação das condições sociais de um país. O CONSUMO É, veja-se os exemplos de Cingapura,  Luxemburgo, Hong Kong e Suíça. Os fatos mostram isso claramente como apresentado nas tabelas abaixo.

O que se verifica é que mesmo os países que fazem parte da OPEP se distinguem, exatamente, pela pobreza e subdesenvolvimento endêmicos. Firma-se um ponto importante: ter petróleo em casa e exportá-lo é ato de traição à pátria. Petróleo próprio tem de ser usado pelo seu dono, para seu próprio desenvolvimento. Exportam-se os produtos gerados pelo uso do petróleo.

As providências a serem tomadas sobre o uso do petróleo para o desenvolvimento do Brasil são de caráter, inteiramente, político. Tal situação nos remete ao ponto exato da campanha do “O Petróleo é Nosso”, da década de 50. A criação da Petrobras, todos sabem ou se lembram, foi um movimento puramente político, que resultou em um novo rumo para o país em uma questão técnico/científica. Estamos em momento semelhante à década de 1950, só que no sentido inverso. Para galgarmos a posição de país de primeiro mundo teremos de sair da fase do estatismo, e passar para o regime da iniciativa privada.

POR QUE TEMOS DE FAZER ISSO?

Desde a sua fundação até o ano passado a Petrobras construiu 30.000 poços, numa media de 468 poços por ano, em um território de 8,5 milhões de km2, dos quais 7,5 milhões são cobertos por bacias sedimentares, das quais não temos nem os mapas. Isto significa que não conhecemos nada do nosso próprio território. Temos que imitar os americanos, indo além: temos que perfurar milhares de poços e mapear todo o território nacional.

Acompanhe a tabe a a seguir:

Observe-se o panorama do que aconteceu nos EUA nos primeiros sessenta anos da indústria do petróleo {1}: entre 1860 e 1920 foram construídos 537.385 poços de pesquisa; só na década 1910/20, os americanos construíram 211.658 poços, o que dá uma media de 21.165 poços/ano, ou 58 poços/dia ou ainda 2,4 poços/hora; cálculos mais recentes mostram que, até hoje, os americanos construíram cerca de seis milhões de poços no seu território, incomparável com os nossos 30.000. A força de trabalho para realizar uma proeza dessas é inimaginável, mas certamente precisaria de toda a força dos 14,2 milhões de desempregados, toda a população carcerária, os estudantes que não sabem fazer contas, todos os favelados do Rio de Janeiros e S. Paulo, etc.

Queremos dizer com isso que a solução do item desemprego no Brasil passa, sem dúvida, pela revisão da nossa postura política diante da nossa indústria do petróleo, sem estatismo no meio. O pagamento do esforço dos norte-americanos pelo serviço da perfuração de poços veio com o resultado obtido ao longo do trabalho. Foram descobertos 51 campos de petróleo gigantes e centenas de campos de menor tamanho e, ainda assim, continua-se a descobrir petróleo novo nos EUA, fruto dessa mesma filosofia de trabalho.

É uma espécie de “mágica”, que acontece quando um povo se empenha a procurar a própria energia em um país do tamanho do Brasil. É dessa atitude que resulta o trabalho para todos. É o ponto de partida para desenvolvimento de todas os outros setores industriais, desde a descoberta e desenvolvimento das minas e materiais básicos, até a sua transformação em produtos industriais, inclusive a educação, esportes, etc. É dai que aparece o trabalho que transforma em “ricos” todos os que se empenham nele. Todas as outras formas de trabalho, literalmente todas, derivam deste trabalho-raiz. Leia-se o texto de quem viveu aquela história, sem se aperceber que estava testemunhando um fato econômico da mais alta relevância para o futuro. No último parágrafo do capítulo II  [2] na página 34 lê-se:

“…regardless, by 1861, both Parkersburg and Marietta had become the oil capitals of their regions. Parkersburg particularly began an unprecedented boom. Within just a short span the population doubled. The oil money “flowing” into town and the area from the oil riches brought quick prosperity. Many of the townsmen participated directly as promoters, drillers, financiers, speculators, refiners, coopers, teamsters, – or indirectly in legal workers, or making tools, boilers, engines, and rigs. Even those who did not chose to get involved directly, prospered, as other services had to be provided to the hordes of outsiders who came to this black gold rush. In other words, the whole town, county, and their inhabitants became caught up in this “oil frenzy” and its accompanying new-found wealth.”

A saga descrita não foi encomendada. O autor apenas descreveu o fenômeno, e tal fenômeno se repetiu indefinidamente em todo o território americano e continua a ser praticado até hoje. Atualmente não precisamos inventar mais nada da ferramentaria necessária à pesquisa. Os americanos inventaram tudo. Basta imitar o exemplo do método de pesquisa, o qual foi repetido em todos os quadrantes onde foi descoberto o petróleo, levando um rastro de civilização para terras ainda incultas, que se transformaram em cidades e deram novas dimensões aos EUA. É o método a ser usado agora no Brasil como método científico de colonização, com a vantagem de poder ser melhor planejado.

Fica claro apenas que não é possível levar o plano adiante se não houver O PREPARO POLÍTICO para deslanchá-lo. Que outras ações têm de acompanhar essas atitudes?

Junto com a quebra do monopólio do petróleo há que modificar as leis que a apoiam.As principais são:

  1. A lei que rege a existência da Petrobras como monopolista,
  2. A modificação das diretrizes do Ministério do Meio ambiente, e
  3. A modificação das diretrizes que regem a Agência Nacional do Petróleo.


Por que mencionar esses itens? Para demonstrar que o processo é INTEIRAMENTE POLÍTICO, e só políticos devidamente comprometidos com o  desenvolvimento do país poderão ser os portadores da mensagem para o população de maneira a convencê-la de que a nova situação é boa para todos, especialmente para os mais pobres. Todos poderão trabalhar – direta ou indiretamente – em pequenas companhias petroleiras ou fora delas.

CIÊNCIA E DESENVOLVIMENTO

A argumentação mais forte, na direção de uma mudança de rumo sobre a política do petróleo reside na parte científica do projeto. Para maior clareza: liberar a pesquisa, conservando as diretrizes técnicas e científicas vigentes, ou atuais, não adianta nada.

Tal experiência já foi adotada por ocasião da quebra do monopólio, havida a partir do governo militar do Presidente Geisel (1974), e outras mais adiante no tempo. Por que não funcionaram? Porque está errada a maneira de proceder com a técnica da pesquisa do petróleo em território brasileiro.

As diretrizes geológicas admitidas e praticadas pela Petrobras, e demais empresas de petróleo, que se guiam por ela como farol científico, estão defasadas e ERRADAS perante fatos da natureza, e isso prejudica a pesquisa de petróleo e a própria autossuficiência.Seria a segunda razão para sair do regime estatal.

Com a presença da Petrobras, os paradigmas científicos adotados pelos técnicos funcionam como empecilho para maior sucesso da pesquisa. Os contratos de risco e as concessões obtidas por particulares nunca funcionaram, melhor dizendo, foram e são um fracasso completo, exatamente por tal razão. Este caminho já foi trilhado varias vezes desde os anos 70, ainda no governo Geisel, e todas fracassaram. Esses pequenos e grandes investidores só admitem engenheiros e geólogos da Petrobras, na suposição de que o “sucesso” da companhia repousa no seu conhecimento da geologia do Brasil e, na verdade, eles carregam para onde forem a filosofia exploratória da empresa, crivada de erros técnicos e científicos, terminando todas no fracasso exploratório atual. Entretanto, as novas teorias geológicas para compreender o problema da pesquisa de petróleo são facílimas de entender por serem ciência primária e conhecida por todos, apenas sem ligação entre os fatos da ciência geológica e a prática da pesquisa do petróleo.

Finalmente, a última argumentação para uma mudança de rumos da pesquisa de petróleo no Brasil refere-se aos preços da pesquisa, que são proibitivos pelo método Petrobras, e que caem a patamares inacreditáveis pelo novo método proposto. A dispensa dos trabalhos geofísicos (sísmica, gravimetria, perfis elétricos) e paleontológicos representam substancial parte do orçamento exploratório, podendo ser reincorporado ao orçamento com finalidade de perfurar novos poços, pioneiros ou de desenvolvimento.

Pelo novo método da pesquisa, qualquer pequena empresa pode se tornar uma empresa de petróleo, gerando centenas e milhares de empregos, transformando toda a paisagem brasileira do futuro próximo. Por tais razões, qualquer político que prometer acabar com o subdesenvolvimento do Brasil, tem de conhecer as novidades científicas alcançadas pela pesquisa geológica contida nesta proposta.

[1] J. E. Brantly. “History of Oil Well Drilling”. Gulf Publish Company. Houston, London, Paris, Tokyo. Páginas 1471.

[2] David L. McKain & Bernard L. Allen, “WHERE IT ALL BEGAN, The story of the people and places where the oil & gas industry began“. West 
Virginia and Southestenr Ohio